Vai uma aspirina?
Ao contrário da peça publicitária, a árbitra Sílvia Regina de Oliveira não tomou cafiaspirina e dormiu no ponto, validando gol inexistente após sinalização do assistente.
Bem, se não tomou, vai precisar agora com a dor de cabeça que deve ter. Se bem que a aspirina também parece ajudar a combater a surdez, pode ser que ela não queira ouvir o que os torcedores do galo sorocabano têm a dizer. O resultado da partida tende a ser mantido.
Update 28-set-06: o resultado foi mantido.
Sílvia Regina prova a igualdade sexual - mulheres também são más juízas tanto quanto homens. Pelo menos ela não é acusada de fraude.

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